Existe limite para nossa obsessão por tecnologia?

dezembro 18th, 2014 André Fantin

Sempre fui um grande entusiasta de tecnologia, procuro conhecer de tudo um pouco e entender como as coisas funcionam. Meses atrás eu vi um projeto no Kickstarter e quase o patrocinei para receber o produto como recompensa. O projeto previa o desenvolvimento de um anel que pudesse se conectar a suas redes sociais e e-mails e a pessoa receberia notificações por ele.

Nos primeiros cinco minutos, confesso, achei sensacional. Já fui calcular o preço do produto em Reais, conferir a fatura do cartão de crédito, meu orçamento para o mês seguinte e mesmo tendo aprovado a compra, meu subconsciente parou por uns instante e pensou. Pra que isso? Eu não deixo nem o meu iPhone me avisar quando recebo um e-mail ou notificação no Facebook. Eu não preciso desse anel. E acho que ninguém deveria.

Comecei esse post contando esse caso porque ultimamente tenho me encontrado nesse dilema de tecfan e “ser humano roots”. Acho que a tecnologia é muito importante em nossas vidas e não tem mais como vivermos sem ela. Por outro lado, alguns excessos precisam ser revistos antes que nos tornemos escravos dela.

Depois que inventaram a agenda eletrônica, não precisamos mais nos preocupar em guardar na memória os telefones de ninguém. Alguém sempre levanta e fala: ótimo, não ocupamos nosso cérebro com isso. A questão é que o cérebro não é um espaço limitado que vai lotar se você gravar 50 números de telefones. Na verdade, ao “desativarmos” a função agenda em nosso cérebro, deixamos de exercitá-lo.

Essa falta de prática de lidar com a memória recente é visível em nosso dia a dia. Quem nunca abriu uma aba no navegador e num piscar de olhos esqueceu que site ia acessar? Ou abriu o Google e na hora de digitar precisou parar por um segundo para lembrar por que você estava ali?

Essas são situações mais normais do que eu e você pensamos. Está acontecendo agora. Talvez com a pessoa que esteja do seu lado.

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Comecei esse post com o título Copo inteligente diz o que você está bebendo e conta as calorias para questionar esse nosso apego demasiado pela tecnologia. Entendo perfeitamente a funcionalidade da caneca. De certo modo, acho interessante, mas volto a pergunta: pra que?

A menos que você esteja evitando ser envenenado, você não precisa de uma caneca que diz o que você está tomando. Precisa? Ou eu estou vendo muito pequeno? O descritivo do produto no site da Vessyl apresenta o que seriam os diferenciais. Vocês podem ir lá conferir, mas não tem nada que uma pessoa normal e realmente preocupada com a saúde não saiba fazer no dia a dia.

Além de um grande desabafo sobre toda essa tecnologia que criamos para nos escravizar, esse post serve para aquelas pessoas que talvez estejam na dúvida sobre a influência que tantos smartobjects têm em nossa vida. A vocês, vamos discutir o tema. Só não venham me jogar na cara esse post no dia em que eu comprar um Hoverboard ou uma lente de contato que funcione como o  Google Glass. Esses dois aí podem.

 

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Os melhores pôsteres do cinema em 2014

dezembro 17th, 2014 André Fantin

De um modo geral, 2014 foi um bom ano para ir ao cinema.  Meu especial destaque para Interstelar. Com tantos filmes recheados de boas histórias, não poderíamos nos decepcionar com seus pôsteres. Abaixo, reproduzimos uma seleção feita pelo site Fubiz e você nos ajuda a decidir: qual o melhor?

 

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Logística de transporte, o segredo por trás do sucesso

dezembro 15th, 2014 André Fantin

Se voltarmos 100 anos no tempo com a missão de montar uma loja que venda canetas com carga infinita provavelmente encontraríamos algumas dificuldades na hora de abrir a loja, precisaríamos de investimento para montar uma estrutura de loja e mesmo não precisando contratar funcionários, seria dispendioso manter um ponto comercial somente para atender aos consumidores que aparecem pingados ao longo do dia.

Mas, com um produto tão bom quanto uma caneta que nunca falha e nunca acaba, a loja seria um sucesso na região. E aí começa o problema. Há 100 anos, a venda de pequenos comerciantes estava limitada à população local, então a empresa nascia com previsão de crescimento limitado.

Em 2014, a melhor forma de você vender um produto único, específico e exclusivo é pela internet. Eliminando custos com estrutura física, você pode investir mais em publicidade e divulgar sua super caneta para seu Estado, país, ou mundo inteiro. Tudo o que você precisa para fazer as pessoas conhecerem o seu produto é um site e tudo o que você precisa fazer para seu produto chegar até eles é arrumar uma parceria forte para contribuir com a logística.

Com uma capilaridade única, os Correios possuem as ferramentas certas para qualquer pequena ou micro empresa lançar seu produto em escala nacional. Vender pela internet está cada vez mais fácil, colocar o produto a disposição do cliente também.

 

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Assista ao teaser do filme do Porta dos Fundos

dezembro 9th, 2014 André Fantin

Após algumas dezenas de sketches, duas minisséries e um programa de TV, o canal Porta dos Fundos dá seu passo mais audacioso e se prepara para o cinema. O anúncio do filme aconteceu em um dos painéis da CCXP – Comic Con Experience, na última sexta, mas já pode ser visto no canal do YouTube. Assista.

Imagem de Amostra do You Tube

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